ômbia rejeita cessar-fogo unilateral das Farc
Ministro da Defesa diz que exército tem 'a obrigação constitucional de perseguir todos os criminosos'
O governo colombiano rechaçou nesta segunda-feira a possibilidade de aderir
ao cessar-fogo unilateral declarado pelas Forças Armadas Revolucionárias da
Colômbia (Farc) na abertura das negociações de paz em Havana.
O exército tem "a obrigação constitucional de perseguir todos os criminosos que tenham violado a Constituição", declarou o ministro da Defesa da Colômbia, Juan Carlos Pinzón, em reação à trégua de dois meses anunciada pelas Farc.
Ainda segundo ele, os "terroristas" das Farc "serão perseguidos por todos os crimes cometidos ao longo dos anos". Em setembro, quando foram anunciadas as negociações, o governo colombiano já havia descartado a possibilidade de ingressar em alguma espécie de cessar-fogo com as Farc.
Mais cedo, a guerrilha anunciou em Havana um cessar-fogo a partir da meia-noite de hoje e que se estenderia até 20 de janeiro de 2013, em um aparente gesto de boa vontade no momento em que o grupo inicia as negociações de paz com o governo colombiano em Cuba.
É a primeira vez em 13 anos que as Farc anunciam uma suspensão das hostilidades. O anúncio foi feito em Cuba por Iván Márquez, que está à frente da equipe de negociação de paz das Farc em Cuba.
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Ainda segundo ele, os "terroristas" das Farc "serão perseguidos por todos os crimes cometidos ao longo dos anos". Em setembro, quando foram anunciadas as negociações, o governo colombiano já havia descartado a possibilidade de ingressar em alguma espécie de cessar-fogo com as Farc.
Mais cedo, a guerrilha anunciou em Havana um cessar-fogo a partir da meia-noite de hoje e que se estenderia até 20 de janeiro de 2013, em um aparente gesto de boa vontade no momento em que o grupo inicia as negociações de paz com o governo colombiano em Cuba.
É a primeira vez em 13 anos que as Farc anunciam uma suspensão das hostilidades. O anúncio foi feito em Cuba por Iván Márquez, que está à frente da equipe de negociação de paz das Farc em Cuba.
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