Bombardeio em Aleppo deixa mais de 80 mortos
Ataque do regime de Bashar Assad é um dos mais violentos até agora na cidade
Membros da brigada al-Ezz bin Abdul Salamna província de Latakia, oeste da Síria, em 25 de abril de 2013 - Miguel Medina/AFP
O Centro de Mídia Aleppo, uma rede de ativistas que atua na Síria, classificou os ataques na cidade como uma violência “sem precedentes” contra a população de Aleppo, relatou a rede Al Jazeera. Filmagens espalhadas por ativistas locais em mídias sociais mostraram um incêndio em uma rua estreita, coberta de detritos e poeira após um ataque aéreo no distrito de Karam el-Beik. Outros vídeos mostram pessoas carregando os feridos em cobertores e tratores removendo detritos em um bairro destruído.
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Em resposta, várias facções rebeldes advertiram que todos os centros militares e de segurança do regime são alvo de seus ataques e deram 24 horas aos civis para sair dessas regiões. A Brigada de Al Sham ameaçou bombardear com projéteis as cidades de Nobl e Al Zahra, de maioria xiita, se o ataque contra Aleppo continuar. Segundo a ONU, mais de 100 000 pessoas morreram na Síria desde o início do conflito em março de 2011. Além disso, mais de 2,3 milhões de pessoas fugiram da Síria desde o início da guerra civil, de acordo com um relatório da Anistia Internacional.
Ajuda da ONU – O primeiro avião de carga das Nações Unidas (OUN) que transporta alimentos para a população civil síria decolou de Erbil, na região norte do Iraque, e desceu em Hassakeh, na Síria. Os suprimentos devem ser suficientes para alimentar mais de 6 000 famílias sírias até o final de dezembro, segundo informações do Programa Alimentar Mundial da ONU.
(Com agência EFE)
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