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Justiça determina bloqueio de R$ 282 milhões da OAS

Esta é a quarta decisão de bloqueio de bens de empreiteiras envolvidas na Lava Jato

O juiz federal de Curitiba Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato, participa do Seminário Nacional sobre Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro, no Rio de Janeiro
O juiz federal de Curitiba, Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato(Ricardo Borges/Folhapress)
A Justiça Federal do Paraná determinou o bloqueio de 282,4 milhões de reais da construtora OAS, empresa que participava do cartel de empreiteiras suspeito de fraudar contratos com a Petrobras e pagar propina a políticos. Os recursos bloqueados estão inseridos no contexto das ações de improbidade administrativa apresentadas pelo Ministério Público para tentar reaver os recursos usados pelas empreiteiras no escândalo do petrolão.
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Esta é a quarta decisão de bloqueio de bens de empresas envolvidas no pagamento de propina a dirigentes da Petrobras. Já havia sido determinado o bloqueio de 153,9 milhões de reais da Engevix e da Jackson Empreendimentos, 302,5 milhões de reais da Galvão Engenharia e 241,5 milhões de reais da Camargo Correa e da Sanko Sider.
Para calcular os valores, os investigadores levaram em conta o patamar de 1% do total dos contratos firmados entre as empresas e a Petrobras no período investigado, além de ter calculado multa civil de três vezes o valor do acréscimo patrimonial indevido.
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O Ministério Público entrou na justiça com ações de improbidade contra as empreiteiras Camargo Corrêa, Sanko, OAS, Galvão Engenharia, Mendes Junior e Engevix com solicitação de pagamento de multa de 959 milhões de reais e pedido de 3,19 bilhões de reais como indenização por danos morais coletivos.

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