Pular para o conteúdo principal

Emprego na indústria encolheu 0,3% em abril, diz IBGE

O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria cresceu 0,7% entre março e abril

Na comparação com abril de 2013, o emprego industrial apontou uma queda de 2,2%.
Na comparação com abril de 2013, o emprego industrial apontou uma queda de 2,2%.
O emprego na indústria caiu 0,3% na passagem de março para abril, na série livre de influências sazonais, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira. Na comparação com abril de 2013, o emprego industrial apontou uma queda de 2,2%. No acumulado de 2014, os postos de trabalho na indústria recuaram 2,0%. Em doze meses houve queda de 1,5% no emprego na indústria.
O valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, dado ajustado sazonalmente, cresceu 0,7% na passagem de março para abril. Houve influência positiva tanto da indústria de transformação (alta de 0,8%) quanto do setor extrativo (que subiu 2,4%).
Leia também:
Taxa de desemprego no país sobe a 7,1% no 1º trimestre
Salário médio caiu para 3,1 mínimos em 2012, diz IBGE

Em relação a abril de 2013, a folha de pagamento cresceu 0,9%, o quarto resultado positivo consecutivo. No acumulado do ano, o valor da folha avançou 1,8%, e, em doze meses, subiu 1,2%.
Horas pagas — O número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, aumentou 0,1% de março para abril. Na comparação com o mês de abril de 2013, o número de horas pagas recuou 3,1%, a décima primeira taxa negativa consecutiva neste tipo de comparação e a mais intensa desde outubro de 2009, quando caiu 5,3%. No acumulado do ano, as horas pagas tiveram redução de 2,5%, e, em doze meses, a queda foi de 1,7%.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Procurador do DF envia à PGR suspeitas sobre Jair Bolsonaro por improbidade e peculato Representação se baseia na suspeita de ex-assessora do presidente era 'funcionária fantasma'. Procuradora-geral da República vai analisar se pede abertura de inquérito para apurar. Por Mariana Oliveira, TV Globo  — Brasília O presidente Jair Bolsonaro — Foto: Isac Nóbrega/PR O procurador da República do Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima enviou à Procuradoria Geral da República representações que apontam suspeita do crime de peculato (desvio de dinheiro público) e de improbidade administrativa em relação ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). A representação se baseia na suspeita de que Nathália Queiroz, ex-assessora parlamentar de Bolsonaro entre 2007 e 2016, período em que o presidente era deputado federal, tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados  enquanto trabalhava em horário comerci
Atuação que não deixam dúvidas por que deveremos votar em Felix Mendonça para Deputado Federal. NÚMERO  1234 . Félix Mendonça Júnior Félix Mendonça: Governo Ciro terá como foco o desenvolvimento e combate às desigualdades sociais O deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) vê com otimismo a pré-candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República. A tendência, segundo ele, é de crescimento do ex-governador do Ceará. “Ciro é o nome mais preparado e, com certeza, a melhor opção entre todos os pré- candidatos. Com a campanha nas Leia mais Movimentos apoiam reivindicação de vaga na chapa de Rui Costa para o PDT na Bahia Neste final de semana, o cenário político baiano ganhou novos contornos após a declaração do presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Júnior, que reivindicou uma vaga para o partido na chapada majoritária do governador Rui Costa (PT) na eleição de 2018. Apesar de o parlamentar não ter citado Leia mais Câmara aprova, com par
Estudo ‘sem desqualificar religião’ é melhor caminho para combate à intolerância Hédio Silva defende cultura afro no STF / Foto: Jade Coelho / Bahia Notícias Uma atuação preventiva e não repressiva, através da informação e educação, é a chave para o combate ao racismo e intolerância religiosa, que só em 2019 já contabiliza 13 registros na Bahia. Essa é a avaliação do advogado das Culturas Afro-Brasileiras no Supremo Tribunal Federal (STF), Hédio Silva, e da promotora de Justiça e coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gedhdis) do Ministério Público da Bahia (MP-BA), Lívia Vaz. Para Hédio o ódio religioso tem início com a desinformação e passa por um itinerário até chegar a violência, e o poder público tem muitas maneiras de contribuir no combate à intolerância religiosa. "Estímulos [para a violência] são criados socialmente. Da mesma forma que você cria esses estímulos você pode estimular