Coreia do Norte vai 'revisar completamente' questão nuclear
País acusa EUA e Coreia do Sul de tentarem destruir estátuas de seus ex-líderes
Kim Jong-un e exército norte-coreano
Na véspera, Pyongyang apresentou à imprensa o caso de um norte-coreano que havia se refugiado no Sul e que retornou ao seu país para explodir estátuas de ex-líderes do país, cumprindo uma missão organizada pelos serviços secretos sul-coreanos, segundo o Norte. A Coreia do Sul, por sua vez, desmentiu as acusações.
Liderança - Na última quarta-feira, a Coreia do Norte anunciou que o ditador Kim Jong-un, foi nomeado "marechal" do Exército, reafirmando seu controle absoluto sobre as Forças Armadas do país. A patente confirma a rápida ascensão do jovem governante desde a morte de seu pai, Kim Jong-il, em dezembro.
Nomeado principal responsável da Comissão Nacional de Defesa, primeiro-secretário do Partido dos Trabalhadores e comandante supremo do Exército, entre outros títulos, Kim Jong-un assumiu em poucos meses os cargos que o antigo ditador demorou três anos para ostentar e que representam o controle total do militarizado estado norte-coreano.
O regime norte-coreano substituiu também há poucos dias o chefe do estado-maior das Forças Armadas, o influente Ri Yong-ho, que foi uma espécie de mentor do atual governante durante a transição após a morte de Kim Jong-il. Ri foi afastado devido a uma doença, algo impossível de ser verificado fora das fronteiras do regime. Em seu lugar, a ditadura nomeou o general Hyon Yong-chol, um militar com experiência de campo, mas praticamente desconhecido no exterior.
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