Ações europeias despencam; Espanha vê pior queda em 2 anos
Pedido de socorro financeiro pela região de Valência aumenta preocupações com a crise e rendimento dos títulos soberanos do país atinge máximas históricas
A bolsa de Madri registrou nesta sexta-feira sua maior queda diária em dois anos, arrastando consigo o amplo mercado europeu após a região de Valência, fortemente endividada, afirmar que solicitará ajuda financeira ao governo central espanhol, aumentando preocupações sobre a saúde financeira do país e a crise na zona do euro.
Tempo real: Bovespa opera em queda e dólar sobe
Segundo números preliminares, o índice madrilenho Ibex-35 perdeu 5,82%, a 6.246 pontos. Já o índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações europeias, fechou em queda de 1,43%, aos 1.049 pontos.
Os yields (rendimentos) dos títulos soberanos da Espanha com prazo de 10 anos atingiram nesta sexta-feira suas máximas históricas, avançando acima do patamar de 7% que os mercados veem como muito caro para ser sustentável.
Nas ações, os investidores correram para realizar lucros em rali no qual o FTSEurofirst 300 acumula ganhos de 10% desde o começo do junho, atingindo sua máxima em 4 meses e meio na quinta-feira. Poucos tiveram interesse em manter suas apostas para o fim de semana ou durante as férias de verão (locais).
Índices de papéis do setor bancário e de seguradoras, que têm a perder com a intensificação da crise da zona do euro, estavam entre os que apresentavam as maiores perdas, após a região espanhola de Valência afirmar que pediria ajuda financeira ao governo central espanhol.
"Há muito pouco (motivo) para interromper uma alta dos bônus espanhóis no momento, e isso é uma grande preocupação... Isso é apenas outra parte de notícias ruins que lembra às pessoas de que o assunto não envolve somente governos, mas também administrações regionais", avaliou o estrategista-chefe de ações do Barclays, Ed Shing.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou com baixa de 1,09%, a 5.651 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX perdeu 1,90%, para 6.630 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 teve baixa de 2,14%, a 3.193 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib caiu 4,38%, para 13.067 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 recuou 2,14%, para 4.754 pontos.
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Segundo números preliminares, o índice madrilenho Ibex-35 perdeu 5,82%, a 6.246 pontos. Já o índice FTSEurofirst 300, que reúne as principais ações europeias, fechou em queda de 1,43%, aos 1.049 pontos.
Os yields (rendimentos) dos títulos soberanos da Espanha com prazo de 10 anos atingiram nesta sexta-feira suas máximas históricas, avançando acima do patamar de 7% que os mercados veem como muito caro para ser sustentável.
Nas ações, os investidores correram para realizar lucros em rali no qual o FTSEurofirst 300 acumula ganhos de 10% desde o começo do junho, atingindo sua máxima em 4 meses e meio na quinta-feira. Poucos tiveram interesse em manter suas apostas para o fim de semana ou durante as férias de verão (locais).
Índices de papéis do setor bancário e de seguradoras, que têm a perder com a intensificação da crise da zona do euro, estavam entre os que apresentavam as maiores perdas, após a região espanhola de Valência afirmar que pediria ajuda financeira ao governo central espanhol.
"Há muito pouco (motivo) para interromper uma alta dos bônus espanhóis no momento, e isso é uma grande preocupação... Isso é apenas outra parte de notícias ruins que lembra às pessoas de que o assunto não envolve somente governos, mas também administrações regionais", avaliou o estrategista-chefe de ações do Barclays, Ed Shing.
Em LONDRES, o índice Financial Times fechou com baixa de 1,09%, a 5.651 pontos.
Em FRANKFURT, o índice DAX perdeu 1,90%, para 6.630 pontos.
Em PARIS, o índice CAC-40 teve baixa de 2,14%, a 3.193 pontos.
Em MILÃO, o índice Ftse/Mib caiu 4,38%, para 13.067 pontos.
Em LISBOA, o índice PSI20 recuou 2,14%, para 4.754 pontos.
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