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Jornal britânico Financial Times diz que Brasil é “doente terminal

 

Publicação ressalta que, se Dilma sair, seria substituída por outro “político medíocre”

Referência em jornalismo econômico, o jornal britânico Financial Times publicou recentemente um editorial no qual critica a atual situação político-econômica do Brasil. A publicação repercute as declarações de um senador petista não identificado, que teria comparado o País com um doente em estado terminal.
Para o Financial Times, as finanças públicas do País “estão em desordem”. O texto se lembra da recente perda do título de grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poors. Nas palavras do jornal, a entidade rebaixou a dívida brasileira para “lixo”, não por conta exclusivamente do cenário econômico, mas sim pela instabilidade política.
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A publicação afirma que Dilma Rousseff é ”a presidente mais impopular da história do Brasil” e que, por esse motivo, tem poucos recursos para tentar frear a crise econômica. No entanto, o jornal também diz que o sistema político brasileiro é “notavelmente podre” e que, caso saia do governo, isso só resultaria em um “político medíocre substituído por outro”.
O texto ainda lembra que outros políticos na linha de sucessão à Presidência, como o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, enfrentam denúncias de corrupção relacionadas à Operação Lava Jato.

Por fim, o jornal britânico diz que a situação do Brasil é de "instabilidade crescente" e que a resistência às medidas econômicas propostas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, pode levá-lo a deixar o governo, o que faria com que os investidores perdessem a crença na capacidade do País de ajustar as contas públicas.

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