Observadores da ONU vão permanecer na Síria
Forte repressão ameaça equipes, que 'continuam comprometidas' com a missão
Entenda o caso
- • Na onda da Primavera Árabe, que teve início na Tunísia, sírios saíram às ruas em 15 de março de 2011 para protestar contra o regime de Bashar Assad.
- • Desde então, os rebeldes sofrem violenta repressão pelas forças de segurança, que já mataram milhares de pessoas no país.
- • A ONU alerta que a situação humanitária é crítica e investiga denúncias de crimes contra a humanidade por parte do regime.
Herve Lasdous, chefe de operações de manutenção da paz da ONU, disse à imprensa que ",no momento, optamos por não modificar" a missão dos observadores.
Missão - Em abril, cerca de 300 monitores foram enviados à Síria para garantir que ambos os lados do conlfito seguissem o plano de paz proposto pelo enviado especial Kofi Annan. Mas o cessar-fogo, que deveria ter sido aplicado no mesmo mês, nunca saiu do papel, e a repressão vem aumentou rapidamente desde maio.
Mood afirmou que a repressão está chegando "cada vez mais perto" dos monitores, e que eles "foram atacados diversas vezes". O general disse ainda que está revendo as condições de trabalho da equipe.
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