Criação de vagas em setembro é a pior para o mês desde 2001
Foram criadas 123.785 vagas formais de trabalho no mês passado, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
Criação de vagas formais em setembro é a pior para o mês desde 2001
Em agosto, foram criados 101.425 postos com carteira assinada, enquanto em julho foram abertos 11.796 postos com carteira assinada. O resultado de setembro é superior ao verificado nos quatro meses anteriores.
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Setores - Na comparação anual, todos os setores de atividade monitorados pelo ministério mostraram diminuição na contratação líquida de trabalhadores. A construção civil empregou 8.437 operários em setembro, ante 29.779 em igual período do ano passado, sem ajustes, enquanto o setor serviços admitiu 62.378 pessoas no mês passado, frente a 70.597 em setembro de 2013.
Apesar de também mostrar queda nas contratações na comparação anual, a indústria de transformação interrompeu em setembro uma sequência de cinco meses registrando demissões líquidas. No mês passado, abriu 24.837 vagas formais, ante 63.276 admissões sobre um ano antes.
Ainda segundo o Caged, o setor da agricultura continuou registrando demissões líquidas em setembro, de 8.876 trabalhadores, contra 10.169 dispensas em igual mês do ano passado.
Estados - Pernambuco foi o estado que registrou o maior saldo de criação de vagas em setembro: 21.971 (+0,30%), seguido de Alagoas, com 13.748 (+4,08%), Rio de Janeiro, com 12.686 (+0,33%), Paraná, com 11.547 (+0,42%) e São Paulo, com 11.343 (+0,09%).
Por região, o Nordeste lidera a lista, com 63.029 postos (0,95%). Em seguida aprecem o Sudeste, com 27.262 (+0,12%), Sul, com 21.535 (+0,29%), Norte, com 6.008 (+0,31%) e o Centro-Oeste, com 5.951 postos (+0,18%).
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Ano - No acumulado do ano até setembro, a geração de emprego com carteira assinada somou 730.124, resultado 30% menor do que a abertura de 1,038 milhão de vagas em igual período de 2013, em dados não ajustados.
"Alguns setores que não vão bem. Não podemos viver no mundo diferente do restante do mundo", afirmou o ministro do Trabalho, Manoel Dias, mantendo a previsão de abertura líquida de 1 milhão de vagas neste ano.
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