Jovens são vítimas da crise global”, afirma Francisco
A caminho do Brasil, para a Jornada Mundial da Juventude, o papa Francisco destacou a situação dos jovens no mundo, em um pronunciamento de dez minutos dirigido aos setenta jornalistas que acompanham a comitiva do Vaticano. Para o pontífice, os jovens de hoje sofrem os efeitos da crise global na economia. “Muitos não conseguem emprego. Não são apenas os jovens que representam o futuro, mas também os idosos. Os jovens têm a força, os idosos, a sabedoria”, destacou.
Em VEJA desta semana: O significado de ter Francisco, o papa dos pobres, entre nós
O voo partiu de Roma às 8h50 – horário local. Às 10h20, pouco depois de servido o café da manhã, Francisco iniciou o breve pronunciamento. Sem fazer referência explícita ao momento de agitação social, com protestos programados também para o evento católico, Francisco disse que o momento é “muito oportuno” para uma visita ao Brasil.
Infográfico: A agenda do Papa na Jornada Mundial da Juventude
Francisco viaja na primeira classe, acompanhado de perto apenas de seu secretário particular. Os demais cardeais que viajam no mesmo avião guardam alguma distância, dando privacidade ao papa. Os jornalistas e demais integrantes ocupam a classe econômica.
De batina branca, Francisco tem, ao longo da viagem, uma postura de humildade, serenidade e, por vezes, descontração. Concentrado, de cabeça baixa, o pontífice lia a edição deste-segunda-feira do jornal L'Osservatore Romano, com notícias do Vaticano.
Diferentemente dos dois antecessores, Francisco optou por não dar entrevista durante o voo que o traz ao Brasil. João Paulo II e Bento XVI, em suas viagens, responderam a perguntas previamente acertadas. O pontífice se desculpou e fez uma brincadeira para justificar sua opção. “Disseram-me que estou entre os leões”, brincou, pedindo desculpas por não responder a perguntas específicas.
Durante o voo, o cardeal brasileiro dom João Braz de Aviz comentou o trabalho que aguarda o pontífice em seu retorno a Roma: a reforma da Cúria. “O papa resolverá tudo com transparência e objetividade. Esse papa é o que diz ser”, assegurou.
Papa destaca "momento muito oportuno" para viagem ao Brasil e brinca com jornalistas: "Disseram-me que estou entre os leões"
No aeroporto de Roma, papa Francisco se prepara para embarcar rumo ao Rio - Alberto Pizzoli/AFP
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O voo partiu de Roma às 8h50 – horário local. Às 10h20, pouco depois de servido o café da manhã, Francisco iniciou o breve pronunciamento. Sem fazer referência explícita ao momento de agitação social, com protestos programados também para o evento católico, Francisco disse que o momento é “muito oportuno” para uma visita ao Brasil.
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Francisco viaja na primeira classe, acompanhado de perto apenas de seu secretário particular. Os demais cardeais que viajam no mesmo avião guardam alguma distância, dando privacidade ao papa. Os jornalistas e demais integrantes ocupam a classe econômica.
De batina branca, Francisco tem, ao longo da viagem, uma postura de humildade, serenidade e, por vezes, descontração. Concentrado, de cabeça baixa, o pontífice lia a edição deste-segunda-feira do jornal L'Osservatore Romano, com notícias do Vaticano.
Diferentemente dos dois antecessores, Francisco optou por não dar entrevista durante o voo que o traz ao Brasil. João Paulo II e Bento XVI, em suas viagens, responderam a perguntas previamente acertadas. O pontífice se desculpou e fez uma brincadeira para justificar sua opção. “Disseram-me que estou entre os leões”, brincou, pedindo desculpas por não responder a perguntas específicas.
Durante o voo, o cardeal brasileiro dom João Braz de Aviz comentou o trabalho que aguarda o pontífice em seu retorno a Roma: a reforma da Cúria. “O papa resolverá tudo com transparência e objetividade. Esse papa é o que diz ser”, assegurou.

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