Tribunal mantém prisão de líder da 'máfia do asfalto'
Desembargador rejeitou pedido de habeas corpus para o empresário Olívio Scamatti, suspeito de chefiar esquema de fraude de licitações em 78 cidades do interior de SP
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) rejeitou pedido de habeas
corpus para o empresário Olívio Scamatti, preso há uma semana sob suspeita de
chefiar organização criminosa que fraudou licitações em 78 municípios do
interior de São Paulo com verbas de emendas parlamentares. A decisão que mantém
Scamatti preso é do desembargador Márcio Mesquita. Ele também indeferiu habeas
corpus para a mulher de Scamatti, Maria Augusta, e para um irmão dela, Luis
Carlos Seller.
Continuam foragidos quatro irmãos de Olívio Scamatti. A Polícia Federal já incluiu o nome de todos no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos para que não deixem o País.
O criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende Scamatti, disse que vai pedir ao TRF3 reconsideração da decisão que mantém o empresário preso.
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Em sua decisão, Márcio Mesquita, por outro lado, concedeu habeas corpus para
outros cinco envolvidos com a "máfia do asfalto", que se instalou em
administrações municipais na região noroeste do Estado. Entre os investigados
que foram soltos está Oswaldo Ferreira Filho, o Oswaldin, apontado como lobista
da quadrilha - ele foi assessor na Assembleia Legislativa e na Câmara do
deputado Edson Aparecido (PSDB), atual secretário-chefe da Casa Civil do governo
Geraldo Alckmin (PSDB).Continuam foragidos quatro irmãos de Olívio Scamatti. A Polícia Federal já incluiu o nome de todos no Sistema Nacional de Procurados e Impedidos para que não deixem o País.
O criminalista Alberto Zacharias Toron, que defende Scamatti, disse que vai pedir ao TRF3 reconsideração da decisão que mantém o empresário preso.
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