Em novo vídeo provocativo, Coreia do Norte invade Seul
Na montagem, intitulada “Uma Guerra Curta de Três Dias”, o regime também toma milhares de americanos como reféns no sul da península
Seul é invadida e
americanos são feitos reféns no vídeo de propaganda da Coreia do Norte
A Coreia do Norte divulgou um novo vídeo em que coloca em prática suas ameaças de reiniciar a guerra contra a vizinha e inimiga Coreia do Sul. A peça de propaganda, intitulada Uma Guerra Curta de Três Dias, foi publicada no Youtube pela Uriminzokkiri, agência que divulga notícias favoráveis ao governo. Na montagem, os norte-coreanos invadem Seul e tomam milhares de americanos como reféns no sul da península.
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No clipe concebido por Pyongyang, milhares de
soldados saltam de paraquedas em Seul, ao mesmo tempo em que tanques e carros
blindados cruzam a fronteira em direção à capital da Coreia do Sul. O narrador
diz, então, que 150.000 americanos são capturados como reféns. Nos vídeos
anteriores, a ofensiva foi contra a Casa
Branca e o Capitólio de Washington, destruídos por mísseis, além de
Nova York, que aparece em chamas.
A ligação com o gigante chinês levantou suspeitas de que a Coreia do Norte estivesse envolvida. De acordo com a BBC, especialistas acreditam que Pyongyang utiliza frequentemente os endereços de computadores chineses para esconder seus ciberataques, pelos quais já foi acusado em 2009 e 2011.
Oficiais disseram que as investigações mostraram que o malware utilizado veio de um computador de um dos bancos afetados. Os hackers "maquiaram" a rota de seus ataques para endereços em outros países para esconder suas identidades. Apesar do engano, ainda se acredita que o ataque foi orquestrado no exterior.
Ataques cibernéticos – O clima de
tensão entre as duas Coreias, que travam uma guerra
verbal há semanas, é agravado pela investigação sobre a autoria de
ataques cibernéticos. Nesta sexta-feira, o governo de Seul reconheceu que errou
ao ligar os ataques de hackers que sofreu a um endereço de IP na China. Na
última quarta-feira, redes de televisão e bancos ficaram “parcial ou
completamente paralisados”, de acordo com a Agência de Segurança da Internet da
Coreia do Sul (KISA).
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A ligação com o gigante chinês levantou suspeitas de que a Coreia do Norte estivesse envolvida. De acordo com a BBC, especialistas acreditam que Pyongyang utiliza frequentemente os endereços de computadores chineses para esconder seus ciberataques, pelos quais já foi acusado em 2009 e 2011.
Oficiais disseram que as investigações mostraram que o malware utilizado veio de um computador de um dos bancos afetados. Os hackers "maquiaram" a rota de seus ataques para endereços em outros países para esconder suas identidades. Apesar do engano, ainda se acredita que o ataque foi orquestrado no exterior.
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