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Defesa planeja 'guerra' que só termina em 2016


Para garantir segurança em seis grandes eventos no País, Forças Armadas montam projeto especial de R$ 1,5 bilhão

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O governo vai investir R$ 150 milhões na estrutura da Defesa para garantir a conferência Rio+20, em junho. É só o começo. A série de eventos segue em 2013 com a Copa das Confederações, o teste para a Copa do Mundo de 2014, a Copa América, em 2015, e só termina no dia 21 de agosto de 2016, encerramento da Olimpíada.

No meio da agenda haverá ainda uma visita do papa Bento XVI em julho de 2013 - um roteiro de cinco dias, apenas no Rio.
Consideradas somente as providências da preparação para as três competições de futebol, as aplicações nas Forças são estimadas em R$ 699 milhões.
O custo final das providências poderia chegar a R$ 5,2 bilhões, número submetido ao então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. Lula considerou a conta muito alta. O processo parou.
Os cálculos atuais, mais realistas, consideram R$ 1,5 bilhão como faixa limite. O ministro Celso Amorim tem dito que não vai faltar dinheiro para o programa.
O projeto prevê a recuperação e compra de equipamentos, criação de centros integrados de comando, comunicações, controle e inteligência e qualificação de pessoal - grupos de Forças Especiais, entre os quais times preparados para ações antiterror. Outra demanda: 84 helicópteros.

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