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Arábia Saudita garante fornecimento e faz petróleo fechar em queda

WTI recuou US$ 2,48, a US$ 105,61; Brent caiu US$ 1,59, a US$ 124,12.
Dados sobre a economia da China também afetaram preço da commodity.


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Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira (20), reagindo à notícia de que a Arábia Saudita pode aumentar sua produção em até 25% para atender a eventuais gargalos na oferta e manter os preços em patamares razoáveis para o mercado.
Em Nova York, o barril do WTI para entrega em abril caiu US$ 2,48, para US$ 105,61. Em Londres, o Brent para maio recuou US$ 1,59, cotado a US$ 124,12.
O ministro do Petróleo da Arábia Saudita, Ali al-Naimi, disse que o país tem condições de elevar sua produção em 2,5 milhões de barris por dia e descartou risco de desabastecimento do mercado.
Em novembro, a Arábia Saudita elevou sua produção para 10,047 milhões de barris ao dia, o maior volume em pelo menos três décadas. O país, maior exportador de petróleo mundial, deve produzir por volta de 9,9 milhões de barris ao dia neste mês e em abril, segundo o ministro.
Os preços vinham sendo impulsionados nas últimas semanas pelo embargo que a União Europeia vai impor ao óleo do Irã a partir de julho e pela ameaça do Irã de fechar o Estreito de Hormuz.
Outra notícia que ajudou a derrubar os preços nesta terça-feira foi a declaração de um executivo da BHP Billiton sobre a queda na demanda chinesa. O presidente da divisão de minério de ferro da companhia, Ian Ashby, disse a jornalistas na Austrália que prevê enfraquecimento da demanda da China por commodities à medida que a economia do país esfria.

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