Promessa de desocupar palácios não reduz gastos, diz coluna
Foto: Estadão
Palácio do Planalto
A promessa de não usar os palácios da Alvorada e do Jaburu como moradia, para economizar dinheiro público, a exemplo do que dizem o candidato à Presidência João Amoêdo (Novo) e o general Hamilton Mourão (PRTB), vice de Jair Bolsonaro (PSL), esbarra em um problema. De acordo com a Coluna do Estadão, mesmo vazia, a residência oficial do presidente consome, em média, R$ 430 mil por mês em manutenção. Em quatro anos desocupado, só o Alvorada custaria R$ 20 milhões. Além disso, toda a estrutura de segurança para atender o presidente precisaria ser transferida para o novo endereço. Os cálculos de R$ 430 mil mensais são do próprio governo, que justifica o pagamento de contas fixas, como água, luz, manutenção das piscinas e espelhos d’água, jardinagem e até cuidados com animais que habitam as redondezas, como as emas.
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