Sou bonita, atraente e tenho 36 anos. Sempre encontro alguém dizendo que me ama e que deseja ficar comigo. Mas de repente, essa pessoa desaparece e não dá notícias.
O que provoca essa reação nas pessoas? Por outro lado, você está entrando num circulo vicioso de achar que todos vão fugir e já começa o relacionamento com um pré-conceito que provavelmente rebaixa sua autoestima e... ninguém vai querer ficar com alguém que se julga perdedora, não é?
Ainda mais um ponto para você refletir: acreditar que as palavras que são ditas na fase do cortejo amoroso representam uma verdade absoluta é, no mínimo, querer se iludir. Eu te amo É muito fácil dizer "eu te amo" sem amar de verdade. Esse "eu te amo" nessa fase do relacionamento, em geral significa apenas que a pessoa se sente bem ao seu lado naquele momento. Não é uma promessa e nem um contrato. Essas palavras ainda são sedutoras e às vezes as pessoas esquecem que o amor é construído aos poucos e quando está pronto não são necessárias palavras para dizer que ele existe. Então, tente mudar seu foco e, ao invés de esperar que o outro fique preso a você, solte-se, seja você mesma. Veja cada novo relacionamento que se inicia como algo único que você tem que descobrir, cuidar e se perguntar se é a pessoa que você realmente quer ao seu lado. Afinal, você também pode escolher, não é? Essa história de se colocar passivamente como a pessoa que vai ser julgada e avaliada por outra, para ver se serve ou não, é no mínimo cruel com você mesma, não parece? | |||||
Procurador do DF envia à PGR suspeitas sobre Jair Bolsonaro por improbidade e peculato Representação se baseia na suspeita de ex-assessora do presidente era 'funcionária fantasma'. Procuradora-geral da República vai analisar se pede abertura de inquérito para apurar. Por Mariana Oliveira, TV Globo — Brasília O presidente Jair Bolsonaro — Foto: Isac Nóbrega/PR O procurador da República do Distrito Federal Carlos Henrique Martins Lima enviou à Procuradoria Geral da República representações que apontam suspeita do crime de peculato (desvio de dinheiro público) e de improbidade administrativa em relação ao presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). A representação se baseia na suspeita de que Nathália Queiroz, ex-assessora parlamentar de Bolsonaro entre 2007 e 2016, período em que o presidente era deputado federal, tinha registro de frequência integral no gabinete da Câmara dos Deputados enquanto trabalhava em horário comerc...
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