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Conforme Bacelar, como político ele tem a lamentar a falta de coordenação das ações do seu grupo

Aliados de Rui com nomes na disputa atribuem desistência de Bellintani à falta de coordenação

EXCLUSIVAS
Aliados de Rui Costa (PT) com nomes a postos à sucessão municipal atribuem a desistência do presidente do Esporte Clube Bahia, Guilherme Bellintani, de concorrer à Prefeitura de Salvador, oficializada hoje, à falta de coordenação política do grupo.
Contudo, segundo avaliam, servirá como lição para afunilar o processo, cujo assédio ao dirigente do time tricolor incomodava os partidos da base. Bellintani era cortejado pelo PSB da senadora Lídice da Mata, pelo PDT, pelo PSD e pelo próprio PT do governador, que apostava todas as fichas em trazê-lo para o seu time.
Enquanto isso, a decisão era protelada o que favorecia o campo adversário, conforme relatos constantes à reportagem. O presidente do Podemos na Bahia, deputado federal Bacelar, que entrou em campo pela Prefeitura de Salvador, por exemplo, não negou que como torcedor do Bahia celebra a decisão.
“Agora, como político tenho a lamentar a falta de coordenação das ações do nosso grupo, que, com certeza, foi o motivo fundamental para a desistência de Bellintani”, não hesitou em afirmar. O também pré-candidato pelo PT e ex-ministro da Cultura Juca Ferreira afirmou ter visto a decisão do presidente do Bahia com tranquilidade, pois dificilmente ele seria candidato pelo PT.
“E sua candidatura por outro partido ou sua desistência já nesta fase preliminar faz parte do processo de definição da disputa eleitoral”, avaliou. Contudo, ao ser questionado pelo Política Livre se facilitaria para o PT e até mesmo para a base, Juca declarou que: “Acho que o verbo certo para a situação criada com a desistência não é facilitar, mas afunilar ou reduzir as opções”

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