Atos devem acirrar os ânimos e a polarização, diz coluna
Foto: TABA BENEDICTO/ESTADÃO
Manifestações aconteceram em todo Brasil
Líderes do Parlamento viram uma inegável demonstração de força de Jair Bolsonaro nas manifestações, porém restrita a um grupo fiel e muito peculiar de apoiadores e de pouca serventia neste momento. “Não precisamos de pressão pra aprovar a reforma da Previdência porque temos compromisso para com o País e a agenda econômica”, diz Marcelo Ramos (PR-AM), presidente da Comissão Especial da Câmara. Por essa visão, na prática, o saldo dos atos foi acirrar os ânimos no Legislativo e aumentar a polarização com a esquerda nas ruas. Se a necessidade da reforma da Previdência foi incorporada por líderes do Congresso, o mesmo não se pode dizer do pacote anticrime de Sérgio Moro. Por isso, o forte apoio ao ministro da Justiça nos atos joga, sim, pressão sobre o Parlamento.
Estadão
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