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 Mourão indica general para comandar Secretaria de Esportes

Foto: Reprodução
O general Marco Aurélio Costa Vieira, indicado pelo vice-presidente eleito para a área de Esportes Foto: Arquivo do 59° Batalhão de Infantaria Motorizado
O futuro governo de Jair Bolsonaro poderá ter mais um general na equipe. Indicado pelo vice-presidente eleito, o general Hamilton Mourão, o general Marco Aurélio Costa Vieira pode assumir a área de Esportes, que perderá status de ministério no futuro governo e será incorporada ao Ministério da Cidadania, comandada pelo deputado Osmar Terra (MDB-RS). Vieira, que é paraquedista, como Bolsonaro, foi diretor-executivo de Operações dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro e diretor-executivo do Revezamento da Tocha Olímpica em 2016. Ele já faz parte da equipe de transição que tem trabalhado no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). Segundo Terra, é um nome “respeitável”. Caso seu nome seja chancelado, ele será o sexto general na equipe do presidente eleito. Além do vice, integram a equipe o general Augusto Heleno, escolhido ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); o general Carlos Alberto dos Santos Cruz, que irá para a Secretaria de Governo; o general Fernando Azevedo e Silva, que foi escolhido para o Ministério da Defesa;o general Maynard Santa Rosa, que vai para a Secretaria de Assuntos Estratégicos; e o general Floriano Peixoto Vieira Neto, que está trabalhando no setor que cuida da Comunicação Social do governo. Ainda entre os militares, foram indicados Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), que é tenente-coronel da Força Aérea Brasileiroa (FAB), e o almirante de esquadra Bento Costa Lima Leita de Albuquerque Junior, oficial da Marinha, para o Ministério de Minas e Energia. O anúncio de Albuquerque Júnior é o mais recente no ministeriado de Bolsonaro, feito na manhã desta sexta-feira (30). Além dos oficiais de patente, outros ministros de Bolsonaro também tiveram atuação em instituições militares ao longo da carreira. O ministro da Transparência e da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, é formado na Academia das Agulhas Negras e foi capitão do Exército, mas focou sua carreira em auditoria. O futuro ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, já trabalhou em hospitais militares como médico. Tarcísio Gomes de Freitas, que comandará o novo ministério da Infraestrutura, é formado pelo Instituto Militar de Engenharia.
Estadão

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