Previdência, Gandra Filho e pré-sal nas manchetes de 03/04/17
Reforma da Previdência proposta pelo governo gera um abismo entre as datas de aposentadoria para pessoas com a mesma idade, profissão e tempo de serviço
access_time 3 abr 2017, 07h17

(Montagem/VEJA.com)
Folha de S.Paulo
Regra gera abismo entre datas de aposentadoriasCom a reforma da Previdência proposta pelo governo, pessoas com a mesma idade, profissão e tempo de serviço podem se aposentar com anos de diferença. O texto prevê idade de corte para a transição às novas regras. Homens abaixo de 50 anos e mulheres com menos de 45 no dia em que a reforma for promulgada terão de atingir 25 anos de contribuição e idade mínima de 65 para ter direito ao beneficio. Quem for mais velho terá que contribuir por mais 50% do tempo que faltar.
Classe média de SP quer Paris, mas sem pagar por issoEm entrevista, presidente da Sabesp, Jerson Kelman, diz que os mais ricos devem pagar mais pela água, viabilizando tarifas menores para os mais pobres. Kelman critica a classe média paulistana, que, segundo ele, demanda serviços de capitais europeias, mas não age como se estivesse disposta a pagar por eles.
O Estado de S.Paulo
TST defende fim de cobrança obrigatória do imposto sindicalPresidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, defende em entrevista o fim do imposto sindical compulsório. Para Gandra, o trabalhador deve ter a opção de, dez dias antes do desconto, se declarar contrário ao pagamento da taxa. Ele também propõe acabar com a unicidade sindical, em que um só sindicato representa sua categoria em determinada região.
O GloboPaís deve arrecadar R$ 24 bilhões com pré-salOs quatro leilões do pré-sal que serão realizados até 2019 devem reforçar o caixa da União com até R$ 24 bilhões, sendo R$ 8,5 bilhões só este ano. A estimativa do governo é que a nova fase do programa atraia investimentos de R$ 250 bilhões no desenvolvimento das áreas, concentradas nas bacias de Santos e Campos.
Valor Econômico
Mercado de capitais já supera crédito do BNDES
No ano passado, pela primeira vez em uma década, o mercado de capitais superou o BNDES no estoque de financiamento das empresas. O fenômeno deve se repetir neste ano. Mercado de capitais fica com 18,8% do saldo de financiamento a empresas ante 17% do banco público
Comentários
Postar um comentário