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Governo de província afegã diz que bombardeio dos EUA matou 92 membros do EI 4 / 18

Cabul, 14 abr (EFE).- Autoridades da província de Nangarhar, no Afeganistão, informaram nesta sexta-feira que a bomba americana GBU-43, chamada de "mãe de todas as bombas", matou 92 membros do Estado Islâmico (EI) que estavam escondidos na base do grupo jihadista no distrito de Achin.
"Com base nas informações iniciais que temos até agora, 92 membros do EI, em sua maioria estrangeiros e líderes, morreram", informou à Agência Efe Attaullah Khogyanai, porta-voz do governador da província.
O chefe do contingente americano no Afeganistão, general John Nicholson, informou hoje em entrevista coletiva que até o momento foram contabilizadas 36 mortes em decorrência do ataque e que não houve baixas entre civis.
O porta-voz do Ministério da Defesa afegão, Dawlat Waziri, disse à Efe que as autoridades afegãs darão amanhã novos números sobre o resultado da operação e não confirmou os dados divulgados pelas autoridades de Nangarhar.
Khogyanai afirmou que a bomba destruiu "completamente" três túneis e um depósito de armas do grupo jihadista.
"Este bombardeio matou e destruiu a base do EI, portanto o apoiamos completamente e damos as boas-vindas a esses ataques que possam ajudar a destruir a ameaça do EI", acrescentou.
Por sua vez, o Estado Islâmico negou hoje, através da agência de notícias "Amaq", que seus integrantes tenham morrido ou se ferido no ataque. EFE
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