De saída, diretor da PF aponta aumento de ações contra políticos no STF
O diretor-geral da Policia Federal, Rogério Galloro
Em mensagem interna de fim de ano, o diretor-geral da Polícia Federal Rogério Galloro exaltou as investigações ‘com especial foco no combate à corrupção e ao desvio de verbas públicas’. Galloro apontou ainda o aumento no número de ações contra políticos perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Em março deste ano, a PF formalizou a criação de um grupo para investigar políticos: o Serviço de Inquéritos Especiais (SINQ). O grupo é responsável por todos os inquéritos perante o STF e o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que inclui investigações contra políticos nas operações Lava Jato, Zelotes e Greenfield. “Em 2018, foram muitas investigações e operações policiais deflagradas, com especial foco no combate à corrupção e ao desvio de verbas públicas. A formalização e a estruturação do Serviço de Inquéritos- SINQ no âmbito da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado, garantiram os instrumentos necessários para a condução dos Inquéritos Policiais que tramitam no Supremo Tribunal Federal, possibilitando a ampliação do número de ações no decorrer deste ano em relação aos anos anteriores”, afirmou Galloro. Rogério Galloro será substituído, em janeiro, pelo delegado Maurício Valeixo – escolhido pelo futuro ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro (Governo Bolsonaro). O atual diretor-geral será assessor especial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na mensagem, Galloro agradeceu a todos da Polícia Federal ‘pela dedicação e empenho constantes, sempre no sentido de garantir o sucesso e a evolução da nossa valorosa instituição’. “Eu não poderia ter tido honra maior em minha vida do que chefiar a nossa amada Polícia Federal e poder trabalhar, juntamente com todos, para fazer avançar uma série de projetos relevantes”, afirmou. Leia mais no Estadão.
Estadão Conteúdo
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