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Explosão de carro-bomba mata 20 crianças no Iêmen Ministério da Defesa culpou Al Qaeda na Península Arábica pelo ataque Militante houthi em Sanaa, no Iêmen (/Reuters) Um duplo atentado resultou na morte de pelo menos 31 pessoas nesta terça-feira em Radaa, na região central do Iêmen. Entre as vítimas estavam vinte meninas. O ônibus que as levava para casa depois das aulas foi atingido por um carro-bomba ao passar por um posto de controle. De acordo com a rede CNN, que citou autoridades do Iêmen, os alvos do atentado eram militantes houthis, que fazem parte de uma minoria xiita do país combatida pela rede Al Qaeda, que é sunita. Em setembro deste ano, os houthis tomaram o controle da capital Sanaa.    Leia também:  Atentados deixam quase 70 mortos no Iêmen   Refém americano sequestrado no Iêmen é morto durante tentativa de resgate Rebeldes atacam TV estatal e avançam na capital do Iêmen A rede britânica BBC informou que o atentado envolveu dois carros-bomb...
O que querem os terroristas talibãs paquistaneses? Para especialistas, terroristas lutam por uma nação islâmica radical e não aceitam o fato de o Paquistão ter uma aliança com o Ocidente Militantes talibãs são treinados em Ladda, localizada em uma região tribal (Reuters/) O terrível atentado contra uma escola em Peshawar, no noroeste do Paquistão, ceifou mais de 130 vidas – em sua maioria crianças e adolescentes – e reiterou a força do grupo extremista chamado Movimento dos Talibãs do Paquistão (ou TTP). A brutalidade e a gratuidade do ataque contra uma escola, infelizmente, não é algo inédito na lista de atrocidades cometidas por extremistas religiosos. Mas o que eles ganham com isso além da condenação e indignação? Qual é o objetivo dos terroristas talibãs? Para Sajjan Gohel, diretor de segurança internacional da Fundação Ásia-Pacífico, o TTP quer que as autoridades paquistanesas parem de interferir nas áreas tribais. Além disso, afirmou, em entrevista à rede americana CN...
Dilma sanciona lei que dribla meta fiscal  Texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial. Medida prevê o abatimento no resultado fiscal de todos os gastos feitos com desonerações tributárias e PAC Base aliada concluiu na semana passada a votação do projeto de lei que flexibiliza a meta do superávit primário. (Reuters) A presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou a lei que muda o cálculo do superávit primário, tema que foi alvo de intensos debates, após o governo admitir que não conseguiria cumprir com a economia feita para o pagamento de juros da dívida pública. O texto prevê o abatimento no resultado fiscal de todos os gastos feitos a partir de desonerações de tributos e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) e entra em vigor nesta terça-feira. A base aliada concluiu na noite da terça-feira da semana passada a votação do projeto de lei que ...
Governo estuda reduzir conteúdo nacional e rever regras do pré-sal para aliviar contas da Petrobras Sinalização de mudança nas regras ocorre um dia após as ações da estatal derreterem na Bolsa de Valores, chegando a valer menos de 10 reais Sede da Petrobras no Rio de Janeiro (Vanderlei Almeida/AFP) O governo estuda reduzir a exigência de conteúdo nacional nas compras da Petrobras e rever a legislação do pré-sal para aliviar a situação alarmante da estatal, mas a presidente Dilma Rousseff descarta por enquanto trocar a diretoria da estatal, segundo fontes ouvidas pela Reuters . A sinalização é dada apenas um dia após as ações da empresa terem derretido na Bolsa de Valores, chegando a valer menos que 10 reais. As duas medidas em análise reduziriam os custos e as necessidades de investimentos da estatal, mas são de complexa implementação e não resolveriam os problemas de curto prazo da companhia, no epicentro de investigação sobre suposto esquema bilionário de corrupção em ...
Crise na Rússia: o que está em jogo e como o Brasil pode ser afetado Queda do preço do barril de petróleo e sanções comerciais colocam a economia russa em alerta máximo; analistas falam em risco de contágio O presidente russo, Vladimir Putin (/Reuters) Em busca de novos motores de crescimento, os países emergentes, e alguns deles afetados pela queda do preço do petróleo, podem ser vítimas indiretas da crise na Rússia e da crescente desconfiança dos mercados. Grande exportadora de hidrocarbonetos, a Rússia pode ver sua economia recuar entre 4% e 5% em 2015 se os preços se mantiverem em 60 dólares, segundo alertou o banco central russo. As estimativas de queda ainda maior do preço do barril agravaram a desconfiança em relação ao país europeu, o que motivou uma forte fuga de capitais. O dólar teve valorização de 106% este ano em relação ao rublo, a moeda russa. Num intento de conter a saída de capital, o governo russo elevou os juros de 10% para 17% ao ano, numa ...
Dólar fecha a R$ 2,73 — maior cotação em nove anos Incertezas com a economia russa estimularam uma fuga de ativos de mercados emergentes, impactando sobretudo o rublo e o real Luís Lima e Marília Carrera Dólar: moeda avança em dezembro; alta de 16% no ano (/VEJA) O dólar disparou nesta terça-feira , influenciado pela súbita alta dos juros na Rússia, e fechou em seu maior patamar desde 24 de março de 2005. A moeda americana encerrou o dia em 2,73 reais, com alta de 2%, mas chegou a ultrapassar a barreira de 2,75 na máxima do dia. No ano, a moeda americana se valorizou em 16%. A disparada do dólar na Rússia vem ocorrendo desde julho, mas se intensificou em outubro. De lá pra cá, a moeda americana subiu quase 70% na comparação com o rublo. No ano, a valorização é de 106%. Nesta terça-feira, a situação se complicou após o BC do país elevar os juros em 6,5 pontos porcentuais, para 17%, numa tentativa emergencial justamente de conter a queda livre da...
Levy espera "resultado rápido" de ajuste fiscal e diz que não se sente um estranho no ninho Em entrevista ao Bom Dia Brasil, da TV Globo, novo ministro da Fazenda afirmou que inflação deve ser alta logo em seu primeiro mês no governo Joaquim Levy será o novo ministro da Fazenda (Fernando Bizerra /EFE) O novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, admitiu, na manhã desta quarta-feira, em entrevista ao programa Bom Dia Brasil, da TV Globo, que os aumentos de preços como as de energia e gasolina estão na pauta de discussões dos próximos meses e espera que os resultados de seu trabalho apareçam o quanto antes. "Quando se faz um ajuste fiscal, o resultado na economia é rápido", disse. Sobre a possiblidade de haver problema por pensar diferente da atual equipe econômica e ser uma espécie de "estranho no ninho" no governo de Dilma Rousseff, defendeu-se dizendo que existirá "um grupo forte com o mesmo objetiv...