Pular para o conteúdo principal

Postagens

Petrobras pode responder na CVM por contrato de R$ 15 bi Conselheiros da estatal afirmam que operação envolvendo excedente do pré-sal não passou pelo Conselho de Administração, como manda estatuto da empresa Graça Foster: acordo vinha sendo debatido entre empresa e governo há pelo menos dois anos (AFP) A operação anunciada na terça-feira pela Petrobras, que prevê a exploração do excedente de petróleo de quatro áreas do pré-sal, mediante o pagamento ao governo de 15 bilhões de reais até 2018, pode render questionamentos na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Silvio Sinedino, membro do Conselho de Administração da empresa, disse que considera questionar a estatal na CVM por não ter sido informado  sobre o acordo com o governo. Ele representa os funcionários da empresa junto ao conselho. Em sua opinião, o governo da presidente Dilma Rousseff tornou a companhia de petróleo a mais endividada e menos lucrativa do mundo. "Não so...
União Europeia assina acordo de aproximação com Ucrânia Presidente ucraniano exaltou a assinatura do pacto como um momento histórico para o país: "Mostra como as coisas podem mudar em pouco tempo" Petro Poroshenko comemora acordo ao lado de autoridades da União Europeia (AFP) O presidente ucraniano Petro Poroshenko assinou nesta sexta-feira um acordo de associação e cooperação econômica com a União Europeia (UE). O pacto é o mesmo que havia sido rejeitado no ano passado por seu predecessor, Victor Yanukovich, em uma atitude que provocou a revolta da população de Kiev e iniciou a crise que se arrasta até hoje no país. Outras duas ex-repúblicas soviéticas, Georgia e Moldávia, também assinaram o acordo, que aproxima as três nações do Ocidente e deve contribuir ainda mais para o aumento das tensões com a Rússia, contrária à influência da Europa na região. Poroshenko assinou o segundo capítulo do acordo de associação, concretamente sobre o comércio, que pretende supr...
Justiça decreta prisão preventiva de black blocs detidos Servidor Fábio Hideki Harano e professor Rafael Marques Lusvarghi foram detidos em flagrante durante ato contra a realização Copa do Mundo O estudante Fábio Hideki Harano é detido após manifestação contra a Copa na Av.Paulista A Justiça de São Paulo manteve na tarde desta quinta-feira a prisão dos dois integrantes do Black Bloc detidos pela polícia na segunda-feira em um ato anti-Copa sob suspeita de integrar associação criminosa e incitar violência, entre outros crimes. Apesar do pedido de relaxamento de prisão feito pela Defensoria Pública Estadual (DPE), o juiz Sandro Rafael Barbosa Pacheco converteu a prisão em flagrante dos manifestantes Fábio Hideki Harano, de 26 anos, e Rafael Marques Lusvarghi, de 29, em prisão preventiva. Leia também: MPL dá passe livre aos black blocs Ambos foram detidos em flagrante pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) no final de um ato...
Síria retirou de seu território todo arsenal químico declarado Devido a atrasos na entrega, contudo, prazo para destruição do material não será cumprido A embarcação dinamarquesa Esbern Snare, responsável por transportar as armas químicas sírias (Reuters) O último lote das armas químicas do regime Sírio que foram declaradas à comunidade internacional deixou o país nesta segunda-feira, anunciou a Organização para a Proibição de Armas Químicas (Opaq). "Um grande marco foi alcançado hoje", declarou o diretor da organização, Ahmet Uzumcu, ressaltando, no entanto, que não é possível dizer "com certeza" que não há mais armas químicas no país. “Tudo o que podemos fazer é trabalhar com base na verificação de declarações do país. Eu não faria nenhuma especulação sobre possíveis substâncias remanescentes”, acrescentou, segundo declaração reproduzida pela CNN. Leia também: Jihadistas ocupam antiga fábrica de armas químicas de Saddam Hussein Chefe da Opaq espera qu...
Senado revoga permissão dada a Putin para enviar tropas à Ucrânia De acordo com analistas, as sanções financeiras e diplomáticas impostas por Estados Unidos e UE podem ter influenciado a decisão do governo russo O presidente russo Vladimir Putin durante uma cerimônia de premiação em Moscou (Reuters) O Conselho da Federação russa (o Senado do país) revogou nesta quarta-feira a permissão para enviar tropas à Ucrânia que outorgou ao presidente russo, Vladimir Putin, em 1º de março. A decisão da Câmara Alta foi adotada a pedido do próprio chefe do Kremlin por 153 votos a favor e um contra. Segundo avaliam analistas, as sanções contra pessoas físicas e jurídicas russas podem ter influenciado na decisão do governo. Com as sanções, dezenas de políticos e empresas russas tiveram ativos no exterior bloqueados e foram impedidos de negociar com os Estados Unidos e com países da União Europeia (UE). “Um voto contra? Não é um erro?”, perguntou a presidente do Senado, Valentina Matvienko...
Primeiro-ministro iraquiano rejeita governo de coalizão Nouri al Malik disse que proposta dos EUA é uma ameaça à democracia iraquiana. Em Bruxelas, Kerry se reúne com líderes da Otan para discutir a crise O primeiro-ministro xiita do Iraque, Nouri al Maliki, rejeitou nesta quarta-feira os apelos dos Estados Unidos para formar um governo de unidade nacional para ajudar a combater a ofensiva dos rebeldes sunitas liderada pelo grupo jihadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL). Segundo a rede BBC, para Malik, o pedido dos EUA representa um "golpe contra a Constituição e uma tentativa de acabar com a experiência democrática iraquiana". A formação de um governo que contemplasse as diferentes correntes religiosas e políticas do país era um anseio da Casa Branca para aplacar a revolta sunita e o clamor pela independência dos curdos. As forças do governo têm sido incapazes de recuperar as vastas áreas do território iraquiano que foram tomadas pelos insurge...
Dez mil cachorros são abatidos em festival culinário Evento provocou protestos de ativistas chineses que defendem os animais Um vendedor exibe a "mercadoria" em festival de culinária no sul da China (AFP) Um festival de “culinária canina” organizado no último fim de semana na China provocou repúdio em ativistas que defendem a proteção dos animais. O evento ocorre anualmente na cidade de Yulin, perto da fronteira com o Vietnã. Segundo o jornal The Guardian , cerca de 10.000 cachorros costumam ser abatidos e consumidos por moradores e turistas em cada edição. No último fim de semana não foi diferente. Desta vez, no entanto, o festival foi alvo de críticas na internet, não de ocidentais, mas de ativistas chineses que organizaram petições pedindo a proibição do evento. Alguns compareceram ao local para tentar salvar animais. Leia também: Carne de cachorro: tradição e polêmica na Coreia do Sul Carne de cavalo, por si só, não faz mal à saúde De acordo com o jornal brit...