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Governo aciona rolo compressor para viabilizar aprovação de manobra fiscal Parlamentares passam os vetos que travavam a pauta desta terça-feira, mas fica para esta quarta a votação em Plenário do projeto que muda a meta fiscal   Renan Calheiros, presidente do Senado (VEJA) Diante da pressa da presidente Dilma Rousseff para aprovar o projeto que autoriza o governo a descumprir a meta fiscal deste ano, e assim não economizar o que está previsto em lei, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), chancelado por parlamentares aliados ao Palácio do Planalto, recorreu a diversas manobras nesta terça-feira para atropelar normas regimentais da Casa e conseguir viabilizar a votação da proposta enviada pelo Executivo. Após seis horas de análise da lista de vetos presidenciais, que trancavam a pauta e impediam a apreciação do texto palaciano, Calheiros agendou para o início da tarde desta quarta-feira a votação. No entanto, a apreciação do projeto que alter...
França volta a adiar entrega de navio de guerra à Rússia Porta-helicópteros construído em estaleiro francês vai ficar no país "até segunda ordem" por causa da crise na Ucrânia O navio Vladivostok já em fase de finalização em um estaleiro da França  (AFP) O governo francês anunciou nesta terça-feira que vai adiar novamente a entrega de um navio de guerra para a Rússia por causa das ações russas no leste da Ucrânia. A entrega do porta-helicópteros Vladivostok, construído em um estaleiro em Saint-Nazaire, já havia sido adiada temporariamente pela primeira vez em setembro. O governo tinha até o final de novembro para reconsiderar a decisão. Desta vez, o presidente François Hollande avaliou que "a situação na Ucrânia ainda não permite a entrega do navio" e afirmou que a embarcação vai ficar na França até "segunda ordem". O Vladivostok faz parte de um lote de dois navios da classe Mistral encomendado pela Rússia em 2011, ao custo estimado de 1,2 bilh...
Papa alerta para ‘cansaço’ da Europa e defende ajuda a imigrantes Pontífice discursou no Parlamento Europeu em rápida visita a Estrasburgo O papa Francisco chega para discursar no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França (Reuters) O papa Francisco  fez um discurso com tom crítico nesta terça-feira no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França. "As grandes ideias que uma vez inspiraram a Europa parecem ter perdido sua atração, ao serem substituídas pelas tecnicidades burocráticas de suas instituições”, afirmou. O pontífice defendeu a necessidade de revigorar a região e retomar a firme convicção sobre a necessidade de promover a paz e a fraternidade em um continente hoje visto como uma “avó que não é mais fértil nem vibrante”. A rápida visita de apenas quatro horas desagradou católicos que esperavam que ele fosse à catedral da cidade. Houve quem dissesse que Francisco está negligenciando a Europa, citou a rede britânica BBC. Imigrantes –  No discurso, o ...
Papa considera diálogo com Estado Islâmico 'quase impossível' Para líder da Igreja Católica, no entanto, não se deve fechar as portas para nenhuma possibilidade O papa Francisco (AP) O papa Francisco uniu-se nesta terça-feira às – poucas – vozes que falam em diálogo com os selvagens do Estado Islâmico. Mas é preciso pôr a declaração do pontífice em seu devido contexto. Francisco é o líder espiritual da Igreja Católica, e a pregação da paz entre os homens é um imperativo para ele. Mesmo assim, o papa reconheceu que é “quase impossível” estabelecer qualquer diálogo com terroristas que decapitam, crucificam e executam sumariamente aqueles considerados infiéis. “Eu nunca vejo uma causa como perdida, nunca. Talvez o diálogo não seja possível, mas eu nunca fecho nenhuma porta. É difícil, pode-se dizer quase impossível, mas a porta permanece sempre aberta”, disse a jornalistas, em declarações reproduzidas pelo jornal italiano La Stampa . O líder da Igreja Católica foi ques...
Ferguson tem noite de confrontos após decisão que livrou policial Júri decidiu que policial branco que matou jovem negro não será indiciado A decisão de um júri dos Estados Unidos de não indiciar um policial branco pela morte de um jovem negro desarmado provocou violentos distúrbios em Ferguson, cidade do Missouri onde o caso ocorreu. Veículos e prédios comerciais foram incendiados, houve saques e disparos nas ruas do subúrbio de St Louis. Pelo menos 29 pessoas foram detidas. O chefe da polícia local, Jon Belmar, considerou os episódios “provavelmente muito piores do que a pior noite que tivemos em agosto”, quando o jovem Michael Brown, de 18 anos, foi morto. Garrafas e pedras foram atiradas contra os policiais, que utilizaram fumaça e gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes. Também houve protestos, em sua maioria organizados e pacíficos, em Nova York, Chicago, Filadélfia, Seattle, Los Angeles, Oakland e na capital Washington, ressaltando as tensões raciais ...
Por que o policial de Ferguson não foi indiciado 'Wall Street Journal' analisou legislação sobre uso da força no Missouri Manifestante levanta cartaz pedindo justiça para Michael Brown, jovem morto por policial no Missouri (Reuters) As razões que levaram o júri de Ferguson a livrar o policial Darren Wilson de indiciamento pela morte do jovem Michael Brown é algo que o público nunca vai saber com exatidão, uma vez que as decisões são tomadas a portas fechadas, e os integrantes se comprometem a não comentar o caso. No entanto, é razoavelmente seguro afirmar que a noção de ‘uso da força’ foi levada em consideração, como destacou em reportagem o Wall Street Journal . Não há dúvidas de que o policial atirou no jovem de 18 anos e o matou. A questão foi saber se ele o fez de forma justificada. As legislações estaduais apresentam variações em relação ao uso da força. Especialistas afirmam que a do Missouri é mais amigável aos policiais, em comparação com outros Estados. Le...
Governo convoca reforço da Guarda Nacional para conter protestos em Ferguson Advogados da família de Michael Brown classificaram resultado de júri como "injusto" e "falido" Lojas foram saqueadas e edifícios foram incendiados durante os protestos em Ferguson O governador do Estado do Missouri, Jay Nixon, anunciou na tarde desta quarta-feira que vai enviar mais homens da Guarda Nacional para Ferguson. A cidade foi tomada por protestos violentos após a divulgação do resultado de um grande júri que decidiu pela absolvição do policial que matou o jovem Michael Brown, de 18 anos, em agosto. Na noite de terça-feira, após episódios de saques e vandalismo, mais de 80 pessoas acabaram presas. "A violência que vimos em Ferguson é inaceitável", disse Nixon. O governador não especificou quantos homens extras da Guarda Nacional serão enviados. Na semana passada, dias antes da divulgação do resultado, 400 homens já haviam chegado a Ferguson. Também nesta ter...