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Folhapress Deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) Frota diz à CPI das Fake News que assessores da Presidência comandam ‘milícias digitais’ BRASIL Em depoimento à CPI das Fake News, o deputado Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou que assessores ligados à Presidência da República comandam “milícias digitais” e controlam “perfis falsos em excesso”. A passagem do tucano na comissão foi tumultuada e marcada por discussões entre ele e deputados do PSL, seu antigo partido. “O Planalto virou o porto seguro de terroristas digitais”, afirmou Frota. Frota é o primeiro dos ex-aliados do presidente Jair Bolsonaro a depor na comissão criada para investigar a disseminação de notícias falsas nas eleições de 2018. De acordo com o deputado do PSDB, os filhos do presidente controlam uma rede usada para atacar adversários do presidente. Questionado pela relatora da CPI, a deputada Lídice da Mata (PSB-SP), o deputado citou os nomes dos assessores especiais da Presidência Tercio Arnaud Tomaz, José...
Foto: Reprodução O ex-presidente Lula Juíza diz que Lula pode ir ao semiaberto, mas deixa decisão nas mãos do STF BRASIL O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pediu para retirar a proposta de prisão após condenação em segunda instância do pacote anticrime no Senado. A solicitação de Moro foi revelada pelo Estadão/Broadcast e confirmada pela assessoria do ministro. Moro quer evitar conflito com o Supremo Tribunal Federal (STF). No próximo dia 7, o STF deve retomar o julgamento sobre a prisão de condenados em segunda instância. A tendência é que a corte revise o entendimento atual e acabe com a possibilidade, um dos pilares da Operação Lava Jato – o placar está 4 a 3 a favor da execução antecipada da pena. Faltam o voto de quatro ministros. “Ressalvo que falamos da execução em segunda instância por projeto de lei e não por emenda constitucional”, disse Moro. Na Câmara, esse ponto já foi retirado do projeto pelo grupo de trabalho que discute a proposta...
Estadão Ministro Sergio Moro Moro pede para retirar prisão em 2ª instância do pacote anticrime no Senado BAHIA O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pediu para retirar a proposta de prisão após condenação em segunda instância do pacote anticrime no Senado. A solicitação de Moro foi revelada pelo Estadão/Broadcast e confirmada pela assessoria do ministro. Moro quer evitar conflito com o Supremo Tribunal Federal (STF). No próximo dia 7, o STF deve retomar o julgamento sobre a prisão de condenados em segunda instância. A tendência é que a corte revise o entendimento atual e acabe com a possibilidade, um dos pilares da Operação Lava Jato – o placar está 4 a 3 a favor da execução antecipada da pena. Faltam o voto de quatro ministros. “Ressalvo que falamos da execução em segunda instância por projeto de lei e não por emenda constitucional”, disse Moro. Na Câmara, esse ponto já foi retirado do projeto pelo grupo de trabalho que discute a proposta. No Senad...
Foto: Renan Olaz/CMRJ Marielle Franco Suspeito de matar Marielle desmente porteiro de Bolsonaro BRASIL O ex-PM Élcio de Queiroz, um dos suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco, já havia negado a investigadores que tivesse citado a casa 58 para o porteiro quando visitou o condomínio em que vive Jair Bolsonaro, no Rio —o imóvel é do próprio presidente. “Isso já havia sido esclarecido nos autos há bastante tempo. Ele foi à casa do Ronnie Lessa [outro suspeito do crime e vizinho de Bolsonaro]. Nunca disse na entrada que iria na casa do presidente”, diz o advogado Henrique Telles, que defende o ex-PM. “O porteiro anotou o número errado da casa. O problema é dele”, segue Telles, afirmando que os investigadores mostraram a Élcio de Queiroz os registros da guarita do condomínio com o número 58 ao lado de seu nome. “Ele disse que estava errado.” Na terça (29), o Jornal Nacional revelou que o porteiro não apenas anotou o número da casa de Bolsonaro nas planilhas —mas ta...
Foto:Estadão Wilson Witzel Vazamento de informações sigilosas pode levar a seis anos de prisão; entenda BRASIL Nesta quarta (30), Jair Bolsonaro acusou Wilson Witzel de ter vazado detalhes da investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). O governador fluminense negou e rebateu que, “se o processo está no Supremo Tribunal Federal, pode ter vazado ali dentro ou em qualquer outro órgão”. Fato é que, se detalhes da apuração sigilosa foram divulgados, houve um crime. E no Código Penal ele pode ser enquadrado como “violação de sigilo funcional”, segundo juristas, com pena prevista de até seis anos de prisão e multa. É o artigo 325, que pune o funcionário público que “revelar fato de que tem ciência em razão do cargo e que deva permanecer em segredo, ou facilitar-lhe a revelação”, prejudicando a administração pública ou qualquer outra pessoa. Mesmo que o servidor não dê, por exemplo, um documento na mão de um sujeito, se disser “olha ali naquela gaveta” j...
Foto:/Estadão Jair Bolsonaro Antes de vazamento sobre caso Marielle, Bolsonaro encontrou Witzel e Toffoli BRASIL Faltavam poucos minutos para 21h do dia 9 de outubro, uma quarta-feira, quando o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, entrou na sala em que o ministro Augusto Nardes, do TCU (Tribunal de Contas da União), comemorava antecipadamente seu aniversário de 67 anos. No salão envidraçado do Clube do Exército, em Brasília, uma pequena roda entre os convidados se desfez e o governador conversou a sós durante menos de dez minutos com o presidente Jair Bolsonaro (PSL), num canto que dava para o jardim. Segundo Bolsonaro, naquela noite ele teria ouvido de Witzel que seu nome fora mencionado nas investigações que apuram o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ). Embora o jantar em comemoração ao aniversário de Nardes não estivesse na agenda do presidente, a reportagem da Folha estava no local e presenciou o encontro. De uma distância de cerca de 100...
/Estadão Com corte de Selic, poupança fica negativa ECONOMIA Com mais uma queda na taxa Selic, que ontem registrou novo piso histórico, o Banco Central jogou uma pá de cal nos investimentos de renda fixa. Com os juros básicos da economia a 5,0% ao ano, aplicações conservadoras como a caderneta de poupança e parte significativa dos fundos DI perdem para a inflação projetada para os próximos 12 meses. A partir de agora, quem depositar R$ 1 mil na caderneta de poupança corre o risco de sacar, depois de 12 meses, um valor equivalente a R$ 998. Os R$ 2 de diferença deverão ser corroídos pela inflação, estimada em 3,54% para os próximos 12 meses, segundo o último relatório Focus, do Banco Central. Destino de oito em cada dez investidores brasileiros, a poupança tinha R$ 818 bilhões em 24 de outubro, quase 16% dos recursos aplicados na renda fixa. A regra de rentabilidade da aplicação mais popular do País é 70% da Selic acrescida da Taxa Referencial (TR), que hoje está zerada...